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Fogo reacende no Tribunal de Justiça do Ceará em Fortaleza

Parte da sede do Tribunal foi destruída em incêndio na madrugada desta segunda-feira (6), e pontos de fogo ressurgiram nesta terça.

Fogo reacende no Tribunal de Justiça do Ceará em Fortaleza
Reprodução/G1 CE
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Focos de fogo voltaram a surgir na sede do Tribunal de Justiça do Ceará, no Bairro Cambeba, em Fortaleza, na manhã terça-feira (7). Desde que um incêndio destruiu parte do prédio na madrugada de segunda-feira (6), os bombeiros não deixaram o local e, neste momento, 25 agentes controlam os novos focos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o calor, fortes ventos de 27 km/h e a presença de material de fácil combustão fizeram com que focos reacendessem.

 

Além do fogo, é possível ver muita fumaça saindo do prédio. Moradores do entorno e de bairros vizinhos enviaram ao G1 imagens de uma nova coluna de fumaça.

A presidência do Tribunal vai funcionar, provisoriamente, no Fórum Clóvis Beviláqua, no Bairro Edson Queiroz, em Fortaleza. Os processos, no entanto, não foram afetados, já que são todos digitalizados.

"Mesmo com esse triste acontecimento, o trabalho do judiciário não vai parar. Além do trabalho remoto que já vem acontecendo desde o início da pandemia, no ano passado, os setores atingidos pelo incêndio também passarão a atuar no Fórum ou em outras unidades da Justiça. O mais importante é garantir que a população continue sendo assistida sem prejuízos", disse a presidente do TJCE, Maria Nailde Pinheiro Nogueira.

Veja incêndio na sede do Tribunal de Justiça do Ceará

A presidente do TJCE se reuniu na segunda-feira (6) com a equipe de gestão para traçar as diretrizes e estabelecer estratégias devido ao incêndio. Durante o encontro, que aconteceu no Fórum Clóvis Beviláqua, a diretora da unidade, juíza Ana Cristina Esmeraldo, ofereceu a estrutura do prédio para abrigar a presidência provisoriamente, sugestão aceita pela desembargadora.

Na reunião, também foi decidido que as sessões de julgamento das câmaras continuam a acontecer totalmente virtuais e não híbridas, como havia sido determinado para acontecer a partir do dia 13 de setembro, publicada no Diário da Justiça da última terça-feira (31).

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