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Homem leva facada na cabeça após tentar matar companheira, que revidou agressão para se defender

Mulher também sofreu ferimento por faca, na mão. Caso ocorreu neste domingo (1º) e os dois foram socorridos para a UPA da Caxangá.

Homem leva facada na cabeça após tentar matar companheira, que revidou agressão para se defender
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Um homem de 22 anos foi socorrido após ser esfaqueado na cabeça depois de ameaçar de morte e agredir a companheira, neste domingo (1º), no Recife. De acordo com a Polícia Civil, o homem pegou uma faca para ferir a mulher e ela, para se defender da agressão, revidou.

Ainda segundo a Polícia Civil, a mulher, que tem 32 anos, estava em casa quando o companheiro chegou e iniciou uma discussão. Durante a briga, ele pegou uma faca e a ameaçou de morte.

Para se defender da agressão, a mulher o esfaqueou na cabeça. Ela também se feriu na mão com um golpe de faca. O caso foi registrado na Delegacia da Mulher, em Santo Amaro, no Centro do Recife.

A mulher e o homem foram levados para a Unidade de Pronto-Atendimento da Caxangá, na Zona Oeste da capital pernambucana. De acordo com a unidade hospitalar, o homem foi medicado, recebeu sutura na cabeça e foi encaminhado pela Polícia Militar à Delegacia da Mulher.

A companheira dele também foi atendida, tratou do corte na mão e também seguiu para a delegacia. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que "as investigações foram iniciadas e seguem até o esclarecimento do fato".

Violência contra a mulher

De acordo com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, houve 2.890 queixas de violência contra a mulher em junho de 2021. Esse número representa uma queda de 6,44% em comparação ao mesmo mês de 2020, quando foram contabilizados 3.089 casos.

No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, houve aumento de 0,97%. A estatística saiu de 19.764 para 19.955, uma diferença de 191 casos, na comparação com o mesmo período de 2020.

Ao todo, os homicídios contra a mulher, com motivações diversas, aumentaram 14,3%, passando de 112, em 2020, para 128, em 2021.

Nesse período, o número de feminicídios, quando a mulher é morta por uma questão de gênero, passou de 34, em 2020, para 52, em 2021.

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