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Idoso se passa por cliente, engana segurança e realiza assalto dentro de banco em Santa Inês

Ladrão fingiu estar com o braço quebrado para não passar pelo detector de metais.

Idoso se passa por cliente, engana segurança e realiza assalto dentro de banco em Santa Inês
Reprodução/TV Mirante
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No início da tarde desta sexta-feira (13), um idoso se passou por cliente e assaltou o Banco Sicoob em Santa Inês, a cerca de 250 km de São Luís.

Segundo a polícia, ele fingiu estar com o braço quebrado e imobilizado para não passar pela porta detectora de metais. Assim que entrou na cooperativa de crédito, pela porta comum e sem ser revistado, o idoso retirou uma arma escondida na faixa de tecido que usava no braço

Com a arma, o idoso tomou a arma do segurança, dominou os funcionários e chamou um comparsa. Dentro do banco, os ladrões ficaram de 20 a 30 minutos recolhendo o dinheiro que havia no cofre e depois fugiram levando tudo em uma caixa.

A Polícia Militar estava por perto, mas os funcionários só conseguiram avisar depois que os ladrões saíram da agência. Toda movimentação foi flagrada por câmeras de segurança do local e de prédios dos arredores.

"Pensamos que os indivíduos ainda estavam lá dentro, então nós cercamos a área, chegamos com o grupo da Força Tática com escudo, mas eles já tinham saído. Agora o alto comando está ciente dessa situação e já entra com o nível estratégico com as barreiras nas demais cidades", afirmou o tenente da Polícia Militar, Lucas Protázio.

Idoso entrou na agência se fazendo por cliente, enganou o sistema de segurança e roubou o banco — Foto: Reprodução/TV Mirante

Idoso entrou na agência se fazendo por cliente, enganou o sistema de segurança e roubou o banco — Foto: Reprodução/TV Mirante

Para a polícia, houve falha no sistema de segurança, o que facilita a ação dos bandidos. De janeiro até maio, já houve assaltos em cinco agências da mesma instituição no Maranhão, sendo quatro no interior do estado e uma em São Luís.

"Eles quebraram o procedimento que foi deixar ele entrar sem nem passar pela porta giratória detectora de metais. A partir disso, ele teria que ter um segundo detector de metais portátil para passar ali na cintura do cliente, e ele não tinha. Ele [segurança] apenas permitiu que ele entrasse e não executou mais nenhum procedimento de segurança", declarou o tenente Lucas Protázio.

Aviso: Esse conteúdo não reflete a opinião do nosso portal e a sua fonte é g1.globo.com/ma

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